sábado, janeiro 31, 2026

 

Sábado da 3ª semana do Tempo Comum, S. João Bosco, Semana do Consagrado (31 janeiro)

 



Levaram Jesus consigo na barca em que estava sentado. (cf. Mc 4, 35-41)

 

Jesus envia-nos em missão para a outra margem

e é fundamental que não partamos sozinhos:

é preciso levar Jesus na nossa barca

e irmos acompanhados com outras barcas.

É assim a missão da Igreja:

levamos um tesouro de graça em vasos frágeis de barro,

e por isso precisamos da ajuda de Jesus que parece dormir.

 

No nosso Batismo, levamos Jesus connosco?

Ao recebermos os sacramentos levamos Jesus connosco

para a família, o nosso trabalho, o nosso estudo,

os nossos clubes sociais, desportivos ou políticos?

Ao consagrarmos a nossa vida, levamos Jesus connosco?

Quando partimos em missão, levamos Jesus connosco?

Quando vamos de férias, levamos Jesus?

 

Bom Jesus, vem connosco e dá-nos a garantia da salvação,

mesmo que o silêncio pareça que dormes

e não Te importas que pereçamos.

Nesta última tempestade parece que nos levava o vento

e impotentes víamos tudo voar,

mas Tu estavas connosco e protegestes muitas das vítimas

e despertastes a compaixão e a solidariedade

de tanta gente que vivia e dormia indiferente ao outro.

S. João Bosco, educador de casos perdidos,

reza para que aprendamos a pedagogia do amor

e a esperança dos impossíveis feitas realidade.



sexta-feira, janeiro 30, 2026

 

6ª feira da 3ª semana do Tempo Comum, Semana do Consagrado (30 janeiro)

 



A que havemos de comparar o reino de Deus? (cf. Mc 4, 26-34)

 

O reino de Deus é fonte de vida.

Começa fraco, mas depois cresce e dá frutos de alegria,

de justiça, de amor, de paz, de fraternidade… de Cristo.

Assim é a palavra de Deus, entra de mansinho,

parece inofensiva, mas fica a aquecer o coração,

a latir verdade na incoerência e mentira da vida,

e faz levantar a cabeça com esperança de eternidade.

Assim é o testemunho dos frágeis,

que revelam quão grande é Deus que abre à fé,

 e quão fecunda é a sua pobreza,

porque abraça a esperança que nasce do alto.

 

Cada palavra, cada gesto, cada atitude ou opção,

é um semear, um contribuir para alterar o rumo da história.

Uns semeiam maldade, ódio, vingança

e colhem o mesmo a triplicar, fazendo crescer a guerra,

a morte, a destruição, o medo, a revolta…

Outros semeiam perdão e diálogo

e o deserto começa a florir oásis,

a diferença torna-se riqueza,

as armas põem-se à escuta do abraço,

e nasce vontade de viver e sonhar o amanhã seguro.

 

Senhor, ensina-nos a ser semente do reino de Deus,

para que a nossa vida se torne fecunda e gere a vida.

Espírito Santo, queima por dentro o egoísmo e a indiferença,

para que não semeemos mal nem injustiça,

nem gastemos tempo a pensar mentiras e estratagemas,

para continuarmos o mesmo rumo de morte

e evitarmos a conversão que tão bem faria ao mundo.

Venha a nós o vosso reino de paz e de amor,

e faz de nós semeadores do Evangelho amassado na vida.



quinta-feira, janeiro 29, 2026

 

5ª feira da 3ª semana do Tempo Comum, S. José Freinademetz, Semana do Consagrado




Prestai atenção ao que ouvis. (cf. Mc 4, 21-25)

 

Deus fala, porque o coração comunica,

e pede atenção à Palavra proferida,

pois é palavra de salvação para todos.

Deus envia-nos o seu Filho,

Palavra feita carne como nós,

para que a Palavra seja melhor inteligível,

pois é Palavra feita vida, sem tradução,

que se escuta melhor quando se contempla e medita.

 

À velocidade em que andamos,

as palavras parecem imagens a passar,

que nos estonteiam em vez de nos penetrar.

Perante o marketing, o eleitorismo,

as falsas notícias, as mentiras mascaradas de verdade,

o ruído ambiente, os discursos de ocasião…

os ouvidos são muitas vezes um filtro desligado.

A liturgia da Palavra é muitas vezes um tempo para desligar,

não para prestar atenção ao que ouvimos!

 

Bom Deus, amor feito Palavra encarnada na vida,

cura a nossa surdez e distração,

que nos fecha sobre nós mesmos,

vivendo em circuito fechado, teimosamente sofrível.

Espírito Santo, dá-nos o dom da sabedoria

e abre o nosso coração à Voz do Amor,

que nos fala na Sagrada Escritura, na natureza,

nos eventos, no irmão, nos sacramentos e na consciência.

S. José Freinademetz, missionário do Verbo Divino na China,

reza para que abracemos a fé com o mesmo ardor missionário. 


quarta-feira, janeiro 28, 2026

 

4ª feira da 3ª semana do Tempo Comum, S. Tomás de Aquino, Semana do Consagrado (28 janeiro)

 



O semeador semeia a palavra. (cf. Mc 4, 1-20)

 

Jesus semeia a palavra da barca de Pedro.

Da generosidade do amor nasce a abundância do seu ensino,

não olhando o chão que tem pela frente,

porque todo o chão é criação de Deus a recuperar.

Todo o chão dá alguma coisa, mas nem todos dão fruto,

porque o fruto supõe tempo, objetivo, cuidado,

liberdade para se expor ao sol que aquece o coração

e inspira o respirar fé e esperança, e abraça a fraternidade.

 

Andam as palavras levadas pelo vento do ruído,

à procura de clientes para consumir

ou de votos para ser eleito e sustentar a fama.

Andam as palavras pregadas com cheiro a incenso,

a falar do além que se fez presente

e da esperança que nos espera quando o chão é bom.

Andam as palavras a realizar magia e a exorcizar o mal.

Andam as palavras a fazer maravilhas, a consolar aflitos,

a escutar tempestades e a realizar sacramentos,

que atualizam a graça que nos surpreende no quotidiano.

 

Querido Jesus, semeador incansável e generoso,

tudo é graça e apelo à conversão a ser chão acolhedor,

puro de tentações, superficialidades, durezas e ansiedades.

Espírito Santo, vento que anima

e faz crescer a semente da Palavra do Evangelho,

ajuda-nos a ser santos e a capinar as inconstâncias,

a podar as incoerências e sonhos vãos e egoístas,

para que os frutos sejam suculentos e generosos,

como o são a boca do Semeador da Galileia.

S. Tomás de Aquino, ensina-nos o segredo

do entendimento da fé e da fidelidade do seguimento de Jesus.



terça-feira, janeiro 27, 2026

 

3ª feira da 3ª semana do Tempo Comum, Semana do Consagrado

 



Estão lá fora à tua procura. (cf. Mc 3, 31-35)

 

Jesus deixa-se procurar e aproximar,

para O escutar, deixar-se tocar e O seguir.

A sua Palavra cria nova família,

comunhão na diversidade,

cujo ponto de encontro é o próprio Jesus.

Mesmo a sua família é convidada

a fazer parte desta nova família, que é a Igreja.

Não existe Cristo sem a Igreja!

 

Há muitos que se dizem cristãos sem a Igreja.

Procuram Jesus fora da Igreja,

como se fosse um mero personagem histórico,

sem continuidade ressuscitada nos discípulos,

que O seguem na comunhão do Espírito Santo,

que assegura a graça, a verdade, o amor e a mesma fé.

E há os que pensam estar dentro, mas estão fora,

tal é o individualismo e relativismo que perdura!

 

Senhor, louvado sejas pelo mistério da tua presença,

viva na Palavra e nos sacramentos que a Igreja celebra.

Perdoa as vezes em que pensamos estar dentro e estamos fora,

porque reduzimos a nossa pertença a uns ritos e deveres,

sem deixarmos que o Espírito nos penetre o coração

e faça brotar a conversão e a profecia do seguimento de Jesus.

Ajuda-nos a ser uma Igreja viva e missionária,

una, santa, católica e apostólica.



segunda-feira, janeiro 26, 2026

 

2ª feira da 3ª semana do Tempo Comum, Santos Timóteo e Tito, Semana do Consagrado (26 janeiro)

 



Quando entrardes nalguma casa, dizei primeiro: ‘Paz a esta casa’. (cf. Lc 10, 1-9)

 

Jesus é a nossa paz e deixa-nos essa paz como herança,

como tesouro que devemos levar onde formos em seu Nome.

Ele envia-nos a bater às portas do desconhecido,

pedindo acolhimento da Palavra e do mensageiro,

levando a paz em troca de hospitalidade,

fazendo da vida uma ação de graças a Deus e à humanidade,

pois este é o sinal da proximidade do reino de Deus.

 

O que levamos à casa que nos abre a porta?

Um presente? Um ouvido acolhedor?

Um conselho amigo e reconfortante?

Uma murmuração cozinhada na intriga?

Um pedido em forma de cunha?

Uma visita que se aproveita da generosidade da pessoa?

Uma palavra em forma de pedra para vingar rixas antigas?

A hóstia consagrada como dom para um doente?

 

Bendito sejas, Jesus, que entras na minha casa

para me trazeres a paz e a graça da misericórdia,

que cura memórias

e oferece perdão a quem nos sentimos feridos.

Espírito Santo, ensina-nos a ser cordeiros no meio de lobos,

com a paz da presença de Jesus que nos envia

e a fortaleza de ser sinal do Cordeiro de Deus.

S. Timóteo e S. Tito, companheiros de evangelização de Paulo,

rezai para nós, para que possamos continuar esta mesma missão.



domingo, janeiro 25, 2026

 

3º Domingo do Tempo Comum, Domingo da Palavra de Deus, 8º Dia de Orações pela Unidade dos Cristãos (25 janeiro)

 



Começou a percorrer toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, proclamando o Evangelho do reino e curando todas as doenças. (cf. Mt 4, 12-23)

 

Quando a candeia de João Batista se apagou,

a Luz de Jesus começou a brilhar na Galileia dos Gentios.

Esta luz brilha pelo ensino do Evangelho da esperança,

ilumina o caminho dos que andam nas trevas do erro,

cura as enfermidades que enfraquecem a fé e o amor,

chama pescadores para serem seus discípulos

e continuarem a sua missão redentora.

Hoje o Evangelho continua a falar

por meio dos seus discípulos, evangelhos vivos de Jesus.

 

O mundo é uma “Galileia de Gentios”

necessitado de evangelização, duma luz nova,

que faça ver a verdade e nos leve à conversão.

Não há terras cristãs e terras de missão,

todos, em todas confissões cristãs e lugares,

somos desafiados a seguir Jesus

e a ser pescadores de homens,

sabendo consertar as redes da fraternidade da fé.

Cristo não é um corpo esquartejado em pedaços,

mas um Corpo uno, em comunhão fraterna e filial.

 

Bendito sejas, ó Pai, que nos enviaste teu Filho,

Palavra feita carne no Galileu de Nazaré.

Bendito sejas, Jesus, luz que brilha nas trevas,

com a ternura do amor e acuidade da Palavra,

que nos convida à conversão a Deus

e à reconciliação com a humanidade, por meio do perdão.

Espírito Santo, faz de nós amigos da Palavra de Deus,

que em cada dia nos pomos à escuta,

para que a sua Luz oriente os nossos passos

e cure as feridas da nossa divisão e teimosia egoísta.


sábado, janeiro 24, 2026

 

Sábado da 2ª semana do Tempo Comum, S. Francisco de Sales, 7º Dia de Orações pela Unidade dos Cristãos (24 janeiro)

 



Os parentes de Jesus puseram-se a caminho para 

deter, pois diziam: «Está fora de Si». (cf. Mc 3, 20-21)

 

Jesus está fora de si, pois encarnou em nós

e está dentro de si, porque em comunhão com o Pai

e com a humanidade que quer salvar.

Jesus está descentrado de si, porque é assim o amor

e totalmente concentrado em salvar a humanidade.

Por isso, doa-se totalmente, semeia generosamente a Palavra,

esquece-se de comer, oferece a sua vida pela nossa salvação.

 

Vivemos numa sociedade individualista e narcisista.

Vive-se para si mesmo como autorreferencial,

fazendo tudo para não depender de ninguém.

Procura-se a autorrealização, o bem estar,

a realização profissional, a busca da fama e do poder,

a afirmação pessoal, o desligar de compromissos sociais…

Daí o sucesso do estilo de vida “selfie”:

auto-fotos, compras on line, redes sociais,

jogos on line, insensibilidade social e política…

 

Senhor Jesus, ensina-nos a arte de amar incondicionalmente,

que nos desfoca do umbigo e nos faz ser compaixão solidária.

Espírito Santo, dá-nos a alegria de servir e cuidar

o necessitado de atenção e de salvação.

S. Francisco de Sales, pastor zeloso das suas ovelhas,

reza para que sejamos cristãos empenhados e ardorosos

de testemunhar e anunciar a boa nova do Evangelho.

Dá-nos, Senhor, a alegria e a ousadia da unidade na Igreja.



sexta-feira, janeiro 23, 2026

 

6ª feira da 2ª semana do Tempo Comum, 6º Dia de Orações para Unidade da Igreja (23 janeiro)

 



Escolheu doze, para andarem com Ele e para os 

enviar a pregar. (cf. Mc 3, 13-19)

 

Jesus escolhe os que entende para andarem com Ele

e os enviar em missão, em seu Nome.

Escolheu pescadores, publicanos, zelotes…

não tanto pelo seu passado ou condição social,

mas porque veio para todos

e quer fazer de todos instrumentos de salvação.

Há um que, embora fosse escolhido,

não escolheu Jesus para ser seu Mestre e traiu-O.

 

A vocação é pessoal e tem a iniciativa de Jesus.

Nós andamos com tantos sonhos na algibeira,

que queremos concretiza-los insaciavelmente.

Não importa a coerência entre eles,

mas a sede de experimentar tudo e estar atualizado.

Às vezes o sonho de Deus não cabe nos nossos sonhos

e trocamo-los por algo mais concreto,

próximo e recompensador imediato.

Esperar é confiar no futuro amigo,

mas é mais fácil experimentar o imediato.

 

Bom Jesus, obrigado porque nos chamaste

a andar contigo, a escutar a tua Palavra

e a aprender a derreter o coração de amor

por todos os que precisam de ser salvos.

Perdoa, Senhor, as vezes em que Te abandono

e Te troco por trinta moedas da rebeldia.

Espírito Santo, ensina-me a escolher Jesus

como Ele me escolhe a mim,

que não passo de um pecador.



quinta-feira, janeiro 22, 2026

 

5ª feira da 2ª semana do Tempo Comum, S. Vicente, 5º Dia de Orações pela Unidade da Igreja (22 janeiro)

 



Disse então aos seus discípulos que Lhe 

preparassem uma barca, para que a multidão não 

O apertasse. (cf. Mc 3, 7-12)

 

Jesus sente a compaixão pelo sofrimento,

mas sente também o desespero do povo,

que O aperta e impede de chegar a todos.

Por isso, pede para lhe prepararem uma barca,

para que todos O possam ouvir,

mas também para que a massa anónima não O toque,

de forma despersonalizada e quase mágica.

Essa barca é a de Pedro e continua a ser do seu sucessor.

 

Estamos a semana de orações pela unidade da Igreja.

Jesus fala da barca de Pedro,

mas também fala noutras situações: enquanto caminha,

à mesa dos pecadores, no alto da montanha,

no escondido da noite com Nicodemos,

quando cura os que O procuram…

e sempre com o Pai, sozinho ou acompanhado.

Unidade é colocar-nos todos à escuta, não importa o local,

para aprendermos a ser filhos de Deus e a dar glória ao Pai.

 

Senhor Jesus, tão próximo que nos tocas e Te deixas tocar,

e tão transcendente que não Te podemos reter

nem dominar o teu mistério e a tua vontade.

Espírito Santo, ensina-nos a ser amigos de Jesus

sem deixarmos de ser discípulos e seguidores.

Conserva a Barca de Pedro hospitaleira da tua Palavra,

para que a Igreja continue a ser una,

santa, católica e apostólica, humilde

e fiel ao Evangelho e missão de Jesus.

S. Vicente, diácono e mártir, ora por nós!



quarta-feira, janeiro 21, 2026

 

4ª feira da 2ª Semana do Tempo Comum, 4º Dia de Orações pela Unidade dos Cristãos, S. Inês (21 janeiro)

 



Jesus disse ao homem que tinha a mão atrofiada: «Levanta-te e vem aqui para o meio». (cf. Mc 3, 1-6)

 

Jesus veio para o meio de nós,

porque quer trazer para o meio das nossas atenções

aqueles que pela deficiência, doença ou pobreza,

ficam marginalizados da sociedade e da religião.

O repouso sabático não é para paralisar o amor,

mas é para o purificar e servir gratuito e oportuno.

A Doutrina Social da Igreja tem como princípio fundamental

a centralidade da pessoa humana na sociedade e na Igreja.

 

Há fundamentalistas, que são capazes de matar

para “defender a religião e o próprio Deus”.

Há as mal denominadas “guerras santas”

que se autojustificam por causa de regras religiosas,

terrenos dito “sagrados”, corporações ditas espirituais.

Mas como Deus é amor, só dando frutos de amor,

podemos considerar-nos guiados pelo Espírito de Deus.

 

Pai do Amor perfeito, que nos deste a Fonte da Vida

a conviver connosco, pobres pecadores de coração atrofiado,

ensina-nos a ser coração compassivo e semeadores de amor.

Espírito Santo, dá-nos o dom do discernimento,

para que possamos saber colocar a pessoa humana,

qualquer que ela seja, no centro das nossas prioridades.

S. Inês, virgem e mártir, reza pelos nossos jovens,

para que encontrem em Cristo o ideal da sua vida.



terça-feira, janeiro 20, 2026

 

3ª feira da 2ª semana do Tempo Comum, 3º Dia de Orações pela Unidade da Igreja, S. Sebastião

 



O sábado foi feito para o homem e não o homem 

para o sábado. (cf. Mc 2, 23-28)

 

Deus fez todas coisas, incluível o seu humano.

Deus fez aliança com a humanidade

e revelou os mandamentos para que o ser humano seja feliz.

O jejum e o Sábado com os seus preceitos rituais,

foram feitos para sustentar as relações do ser humano,

entre si, consigo mesmo, com a natureza e com Deus.

E Jesus é quem vem repor o sentido e fim de tudo.

 

A religião é para ajudar o homem a religar-se com Deus

As normas rituais e litúrgicas são para ajudar o ser humano

a louvar a Deus e a escutar a sua palavra em comunidade.

Usar essas normas rituais para excluir os ignorantes

ou para humilhar os que são incumpridores,

não parece fazer parte do projeto de Deus.

Achar-se melhor que os outros, só porque cumpre tudo à letra,

pode ser um engano que nos excluiu da conversão.

 

Senhor Jesus, sabedoria do Céu que connosco vives,

ensina-nos a colocar a salvação de todo o ser humano,

no centro da nossa fé, da nossa liturgia e do nosso testemunho.

Espírito Santo, luz dos nossos passos e pedagogo da Bíblia,

guia-nos na escuta e meditação da Palavra de Deus,

para que não criemos divisão entre os crentes

nem sentimentos farisaicos que desprezam os incumpridores.

S. Sebastião, mártir da Igreja,

ora para que sejamos fieis no testemunho do Evangelho.



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