domingo, junho 03, 2018

 

9º Domingo do Tempo Comum


A fim de que se manifeste também no nosso corpo a vida de Jesus. (cf. 2 Cor  4,6-11)

Deus é amor e o seu Dia é eternidade a amar.
O seu Dia é repouso de fazer o mal
e memória de Jesus que passa a vida fazendo o bem.
Amar como Jesus, às vezes dói e sabe a cruz,
como um tesouro fragilmente guardado em vasos de barro,
que nos faz andar perplexos, mas não desesperados!
O importante é que se manifeste em nosso corpo a vida de Jesus!

Hoje a verdade balança entre a o relativismo e o fundamentalismo.
O relativismo apresenta-nos a vida como um mercado de opiniões,
todas consideradas igualmente válidas, que cada um escolhe,
de acordo com o gosto e o interesse do momento.
O fundamentalismo tem medo da dúvida e da insegurança,
por isso gosta de andar sobre carris, previamente estabelecidos,
e agarrando-se ao dever, à fórmula, ao rito e ao previsto,
combate o diferente, o imprevisto e o diálogo.
Seguir Jesus é aprender a ser humano como Ele,
sem ser contra ninguém, querendo salvar a todos,
acreditando sempre no amor, mesmo que o amor doa!

Senhor, que encarnaste no ser humano 
e queres que assumir o meu ser, para que Te manifestes em mim,
abre-me à docilidade das moções do teu Espírito
e modela o meu coração para que Te possas manifestar em mim.
Deste-nos os teus dons e chamaste-nos a uma missão,
tesouro demasiado grande para o barro frágil que somos!
Dá-nos um ritmo de vida em que o trabalho 
e o repouso andem de mãos dadas,
o ganha pão se harmonize com a partilha,
a oração ilumine o diálogo e as relações!
Ajuda-nos, Senhor, a ser livres para servir e amar!

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