segunda-feira, julho 20, 2026
2ª feira 16ª semana do Tempo Comum (20 julho)
Nenhum sinal lhe será dado, senão o sinal do profeta Jonas. (cf. Mt 12, 38-42)
Deus envia-nos o seu Filho como sinal de contradição:
é o todo poderoso revestido de pobreza e interioridade;
é o Filho de Deus conhecido como Filho de José e Maria;
é a Palavra da Vida que é crucificada e sepultada três dias,
ressuscitando e aparecendo aos que têm fé;
faz milagres como sinais do Reino de Deus chegado,
mas recusa-se a fazer milagres a pedido
para provar o seu messianismo.
Jesus quer ser apenas um sinal de conversão
e oportunidade para perdoar aos que estão arrependidos.
Gostaríamos que Jesus estivesse ao nosso serviço
e que fizesse os milagres que lhe pedíssemos
para provar que está vivo e confia em nós o seu poder.
Sonhamos com uma Igreja que, sem grande custo,
pudesse convencer a todos a converter-se a Cristo.
Mas o que experimentamos é o silêncio de Jesus,
a indiferença daqueles a quem falamos de Cristo salvador,
a facilidade com que se abandona a participação na missa
e só nela participa em atos sociais e festivos ou fúnebres.
Não temos controle nas coisas de Deus, somos apenas servos!
Senhor Jesus, Tu és o grande no meio de nós,
frágil como um sinal que não se impõe nem mete medo,
mas orvalha misericórdia e ilumina trevas e ilusões.
Espírito Santo, dá-nos o dom da sabedoria e da fé,
que sabe ler a Palavra de Deus na história normal
e a surpresa do divino no profano da rotina.
Ensina-nos a ciência da justiça, da misericórdia e da humildade,
que se serve no quotidiano, imitando Jesus na sua missão.
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