segunda-feira, julho 06, 2026

 

2ª feira da 14ª semana do Tempo Comum (6 julho)

 



Riram-se d’Ele. (cf. Mt 9, 18-26)

 

Deus criou-nos com amor eterno e muitos riem d’Ele.

Deus cuida de nós com amor personalizado e misericordioso,

e muitos riem-se d’Ele e não sabem ser agradecidos.

Deus envia-nos os seus profetas e por fim o seu Filho,

para que de criaturas sejamos recriados filhos de Deus

e muitos riem-se de Jesus e matam-no numa cruz.

Deus ressuscita o seu Filho e Ele permanece connosco,

enviando-nos o Espírito Santo e muitos riem-se d’Ele.

Deus deixa-nos a sua Palavra e a sua Igreja,

e muitos ficam indiferentes e riem-se dos seus discípulos.

 

Há gente orgulhosamente ateia e indiferente,

que se ri dos que acreditam e celebram a sua fé,

pensando-se uns ilustrados e os crentes uns ignorantes.

Há gente que vive para si mesmos

e se ri dos que se sacrificam pelo bem comum.

Há gente que vive bem e têm saúde

que se ri dos pobres, deficientes, migrantes, idosos e dementes.

Há gente que olha com desconfiança a religião popular

e se ri destas atitudes como uma religiosidade inferior.

 

Senhor Jesus, deixa-me tocar o teu manto

e toca-me o coração da fé, curando a minha vida do mal.

Senhor Jesus, impõe sobre mim as tuas mãos redentoras

e dá vida nova aos galhos secos das minhas relações estéreis.

Espírito Santo, dá-nos o dom da alegria da fé,

que nos faz humildes e atentos à tua presença amiga,

e nos retira o olhar sobranceiro e cego que se ri de tudo

e não sabe agradecer nada nem a ninguém.



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