sexta-feira, julho 17, 2026

 

6ª feira da 15ª semana do Tempo Comum (17 julho)

 



Se soubésseis o que significa: ‘Eu quero misericórdia e não sacrifício’, não condenaríeis os que não têm culpa. (cf. Mt 12, 1-8)

 

Deus quer que protejamos a vida frágil,

não que julguemos e condenemos

os infratores de normas religiosas e rituais.

O mais sagrado é a vida humana,

o cuidado do mais frágil que nos bate à porta.

Este olhar a vida nasce da misericórdia e não do dever sacrifical,

dá frutos de obras de misericórdia e não deveres rituais.

 

Jesus quer a misericórdia e ela existe:

em instituições que acolhem pessoas com deficiência,

em espaços de acolhimento e abrigo de refugiados,

em lugares onde há um lar para crianças sem família,

em residências onde conta a hospitalidade e não o dinheiro,

em casas de abrigo para pessoas violentadas em violência doméstica.

Há misericórdia para pessoas em recuperação física e moral.

 

Jesus, coração misericordioso de Deus no meio de nós,

ensina-nos a amar mais que julgar e condenar.

Espírito Santo, dá-nos o dom dum olhar fraterno e bom,

perante as imperfeições da liturgia, da religiosidade popular,

da religiosidade tradicionalista e ritualista,

da religiosidade clerical e inchada de vaidade…

Jesus, ensina-nos a primazia da caridade e da defesa da vida,

que se sobrepõe à letra da lei e ao rigor do ritual.



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