sexta-feira, agosto 21, 2026

 

6ª feira da 20ª semana do tempo Comum, S. Pio X (21 agosto)

 



O segundo, porém, é semelhante a este: ‘Amarás o 

teu próximo como a ti mesmo’. (cf. Mt 22, 34-40)

 

O Amor gerou por amor o Filho Amor

e ambos geraram o Espírito Amor.

O Amor Trinitário fez a criação por amor

e colocou no centro da aliança O Amor.

A religião é uma manifestação intensa de amor a Deus

e inspira relações fraternas entre as criaturas.

Todos os mandamentos se resumem em amar.

 

A formalidade religiosa dos rituais e dos deveres,

coloca o acento no fazer coisas para Deus

e não em viver em paixão por Deus

e em compaixão pelo próximo.

O amor gera confiança, gratidão, acolhimento, oferta

a Deus e aos outros, pois o caminho sabe a ternura.

O medo e o espírito interesseiro gera rituais estritos,

deveres legais, preceitos incompreensivos,

orgulho do dever cumprido.

 

Querido Pai-Amor, bendito sejas pelo teu coração-fonte,

que em tudo colocas sede e fome de amor,

ensina-nos a amar com um coração semelhante ao teu.

Espírito Santo, dom de Amor que cria comunhão

e grava amor no coração de quem quer ser discípulo de Jesus,

inspira-nos gemidos de amor na oração e n liturgia,

e sentimentos de compaixão nas relações com o próximo.

S. Pio X, pastor da catequese e da liturgia missionária,

reza para que deixemos Cristo instaurar o seu reino em nós.



quinta-feira, agosto 20, 2026

 

5ª feira da 20ª semana do Tempo Comum, S. Bernardo (20 agosto)

 



Amigo, como entraste aqui sem o traje nupcial? (cf. Mt 22, 1-14)

 

O Pai envia o seu Filho a conquistar-nos o coração.

Ele quer renovar a sua aliança, não apenas com o seu povo,

mas com todos os que aceitam o seu convite

a participar no banquete das bodas do Filho.

A todos chama amigos, bons ou maus,

mas a todos pede que se revistam da veste nupcial da conversão,

do acolhimento da aliança que é Jesus, Evangelho vivo.

 

Aos convidados para uma boda

pede-se uma forma de vestir e de estar

que dignifique a festa e os noivos.

Não levar uma veste a condizer com a festa

é como se quisesse estragar a festa

e comer da boda, sem se alegrar com os noivos.

Às vezes a forma como nos apresentamos na missa,

fazendo do templo uma praça pública

e participando como quem quer estragar a celebração

é desgostar Jesus que nos convida para o seu banquete.

 

Querido Deus Pai, que nos envias o teu Filho,

como Esposo desta humanidade perdida,

para nos revestir com a sua veste de salvação,

renova o dom do nosso Batismo

e reveste-nos com a veste nupcial da salvação.

Espírito Santo, dá-nos o dom de amar Jesus

e do O seguir e anunciar com a mesma intensidade

com que Ele nos ama e dá a vida por nós.

S. Bernardo, intercede por nós,

para que tenhamos o mesmo ardor e amor por Jesus.



quarta-feira, agosto 19, 2026

 

4ª feira da 20ª semana do Tempo Comum (19 agosto)

 



Amigo, em nada te prejudico. Eu quero dar a este 

último tanto como a ti. (cf. Mt 20, 1-16a)

 

Para Deus o importante não é o tempo cronológico,

mas o tempo da salvação, mesmo que seja no último suspiro.

Ele quer dar a todos, cristãos de longa data ou novos,

a mesma recompensa da eternidade feliz.

Porque na realidade a graça da salvação é um dom,

não uma conquista, uma resposta e não uma compra.

Os bons olhos de Deus são olhos de Pai e de Irmão,

não de patrão ou de juiz sem coração.

 

Habituámo-nos à ideia de que o tempo é dinheiro.

E pagamos à hora ou ao mês,

de acordo com as horas laborais contratadas.

É justo que se pague de acordo com o que se combinou,

mas ninguém pode impedir a generosidade

e o prémio de produtividade.

Há o voluntariado e a gorjeta, que sabe a extra,

seja para o trabalhador, para o patrão e para o cliente.

 

Obrigado, bom Deus, porque nos chamas à salvação,

e não Te importas se a conversão é no princípio,

no meio ou no fim da nossa jornada de vida.

Louvado sejas pelo teu olhar bom de Pai e Irmão,

que não quer que ninguém se perca

e tudo fazeis desde o primeiro choro até ao último suspiro.

Dá-nos, Senhor, um olhar bondoso e compassivo,

que sabe perdoar a quem nos ofende

e tudo fazer para salvar quem anda perdido no pecado.



terça-feira, agosto 18, 2026

 

3ª feira da 20ª semana do Tempo Comum (18 agosto)

 




Muitos dos primeiros serão os últimos e muitos dos 

últimos serão os primeiros. (cf. Mt 19, 23-30)

 

O Filho de Deus é o primeiro que se faz último,

para que identificando-se com os últimos,

possa levar-lhes a boa nova de ser salvos

e tornarem-se, no mundo renovado por Cristo,

os primeiros no Reino dos Céus.

O que parece impossível para os homens,

torna-se possível aos olhos de Deus.

Jesus veio anunciar esta boa nova aos pobres!

 

Os de um determinado mundo acharam-se os primeiros

e dividiram o mundo em primeiro, segundo e terceiro,

por ordem decrescente em dignidade

e possibilidades de oportunidades de desenvolvimento.

O lugar de nascimento, a cor da pele e o género,

a posição social e económica, e o grau de cultura

acabam por ser fatores de diferenciação

e de lugares no pódio da valorização neste mundo.

Mas parece que o pódio do Céu é diferente,

segundo o código das Bem-aventuranças.

 

Querido Pai, obrigado porque nos olhas a todos como filhos,

mesmo quando não passamos de criaturas inconstantes e pecadoras.

Louvado sejas, bom Jesus, que Te fizeste o último

para conduzir os últimos à eternidade dos primeiros.

Espírito Santo, liberta-nos das seguranças entronizadas,

que não deixam lugar livre para Deus entrar e reinar.

Venha a nós o vosso Reino e faça-se em mim a vossa vontade,

para que como aos santos, possa a humildade ser exaltada

e o serviço e a caridade possam ser dádiva segura na eternidade.



segunda-feira, agosto 17, 2026

 

2ª feira da 20ª semana do Tempo Comum, S. Beatriz da Silva (17 agosto)

 



Bom é um só. (cf. Mt 19,16-22)

 

Só Deus é bom e realiza coisas boas.

Ele ama sem exclusões

e morre no seu Filho pela salvação de todos.

Jesus, seu Filho, faz o que vê fazer ao Pai

e, por isso, é bom como o Pai,

sem idolatrias nem escravaturas de poder.

Jesus coloca-se nas mãos do Pai

e n’Ele confia a sua vida e missão,

sabendo que o Pai é graça e fidelidade.

 

O Céu é um dom, não uma conquista

por meio de coisas boas ditas e realizadas.

A perfeição do cristão é destronar as seguranças

que temos: mito da saúde férrea, da inteligência esperta,

da riqueza acumulada, do poder consolidado,

da fama divulgada, do prazer prendado.

Como o jovem do Evangelho, muitas vezes

somos muito piedosos para conquistarmos a eternidade,

uma vez que a temporalidade já está assegurada.

 

Bom Deus, dou-Te graças pela tua bondade e misericórdia

para connosco, que não passamos de pobres criaturas mortais,

que de Ti nascemos, em Ti vivemos e em Ti nos salvamos.

Dá-nos Senhor, um coração bom, habitado pelo teu Espírito,

e semelhante ao do teu Filho que só em Ti confia.

S. Beatriz da Siva, virgem e devota da Imaculada Conceição,

intercede por cada um de nós, para que saibamos como tu,

encontrar em Jesus o nosso salvador e no seu Evangelho

o caminho que nos conduz à vida eterna.



domingo, agosto 16, 2026

 

20º Domingo do Tempo Comum, Dia da Pastoral das Migrações (16 agosto)

 



Mulher, é grande a tua fé. Faça-se como desejas. (cf. Mt 15, 21-28)

 

O Filho de Deus encarnou buscador de missão.

O mais fácil é confundir chamamento do Povo de Deus

com exclusão dos que não pertencem a este povo.

O Pai fala ao Filho, por meio desta mulher cananeia,

ardendo de amor pela sua filha doente,

em busca de umas migalhas de graça e salvação.

E Jesus fica maravilhado com a luz que se faz dia,

e encontra na cananeia mais fé do que em Israel.

 

Há formas de pensar a missão e Jesus Cristo,

que eclipsam a oração do “Pai Nosso”,

e o envio em missão por todo o mundo

para batizar e fazer discípulos de todos os povos.

Afirmar a necessidade da evangelização longe

não supõe a negação da evangelização perto;

defender o amor aos irmãos,

não significa odiar os que não são dos nossos.

Sempre que haja exclusão e marginalização,

estamos a esquecer que somos todos irmãos

e Jesus deu a vida por todos, também pelos excluídos.

 

Querido Pai nosso, obrigado por sermos barro do universo

e sopro divino do Criador, onde palpita a liberdade.

Bendito sejas por Jesus teu Filho,

também Ele buscador da verdade e do amor

da “casa de oração para todos os povos”.

Espírito Santo, ensina-nos a buscar a tua Voz,

no diálogo com o diferente e no amor a todos, todos, todos.

Liberta-nos das certezas que excluem e matam,

e justificam o desprezo por alguns diferentes.



sábado, agosto 15, 2026

 

Sábado, Assunção da Virgem Santa Maria (15 agosto)

 



Exaltou os humildes. (cf. Lc 1, 39-56)

 

Deus, sendo eterno e omnipotente,

encarnou simples e humilde na longínqua periferia.

Jesus fez-se servo, despojado de poder,

morrendo na cruz, fiel à aliança e ao amor.

Por isso, Deus exaltou-O acima de todo o nome,

e fê-Lo caminho de salvação para toda a criação.

Maria, sendo humana e mulher,

Deus olhou para a sua humildade e, pelo seu sim,

exaltou-a Mãe do seu Filho e discípula redimida,

participante da ressurreição dos filhos de Deus.

 

É Deus quem conhece a verdade do nosso coração

e nos pode julgar, exaltar ou rejeitar.

Muitos andam em bicos de pé, para parecerem grandes,

e conquistarem o Céu, à custa de méritos e deveres.

Outros quase se escondem, envergonhados das suas fragilidades,

pois sabem que não passam de simples mortais

e se alguma coisa de bom fazem,

consideram que fazem apenas o que deviam fazer.

 

Senhor, que tão pequeno Te fazes na tua omnipotência,

para que a tua grandeza não nos humilhe

e a humildade divina nos surpreenda na nossa pequenez.

Bendito sejas Jesus, por Maria tua Mãe e discípula,

mulher grande na fé e humilde no serviço,

que exaltaste como Mãe de Deus e Rainha do Céu.

Maria do Céu, intercessora humilde e perseverante,

reza para que descubramos a humildade para a qual Deus olha

e por meio da qual o Omnipotente faz maravilhas.



sexta-feira, agosto 14, 2026

 

6ª feira da 19ª semana do tempo Comum, S. Maximiliano Maria Kolbe (14 agosto)

 



Nem todos compreendem esta linguagem, senão aquele a quem é concedido. (cf. Mt 19, 3-12)

 

A linguagem da fidelidade incondicional nem todos a entendem.

Só aqueles que compreendem o que era no princípio,

o Coração que tudo criou, a fonte que gerou a comunhão.

A dureza do coração eclipsa o ideal dos inícios

e degenera em permissões que separam o que Deus uniu.

Tanto o matrimónio, como a consagração religiosa,

fundamentam-se no amor fiel e para sempre

que nasce de Deus e se reflete na humanidade.

 

Hoje é difícil entender a linguagem do “nós”,

do “para sempre na alegria e na tristeza”.

Entende-se melhor a linguagem do “conviver até ver”,

do “vamos experimentar para ver se dá”,

do “casar-nos ou consagrar-nos até que aguente”,

da violência doméstica e do divórcio ou desistência.

É que o “por causa do Reino de Deus”,

foi substituído pela “realização individual”!

 

Bendito sejas, bom Deus, amor que une o Criador às criaturas,

ensina-nos a amar com a tua fidelidade e incondicionalidade,

numa aliança em permanente refundação e reativação.

Bendito sejas, Palavra encarnada, que no sangue renova a aliança,

curando a infidelidade com graça e misericórdia.

Espírito Santo, dá-nos o dom da sabedoria da comunhão,

para que entendamos a vocação ao matrimónio

e o chamamento a consagrar a vida pela castidade.

S. Maximiliano Maria Kolbe,

intercedei para que saibamos amar até morrer.



quinta-feira, agosto 13, 2026

 

5ª feira da 19ª semana do Tempo Comum (13 agosto)

 



Se meu irmão me ofender, quantas vezes deverei perdoar-lhe? (cf. Mt 18, 21—19,1)

 

Deus do amor incondicional, não faz contabilidade de ofensas,

mas faz-se fonte de misericórdia

e perdoa sempre que há arrependimento e pedido de perdão.

Ele age por compaixão, não por ressentimento ou vingança,

mas gostaria que a nossa condição de perdoados

nos levasse à condição de perdoadores por compaixão

e não por contabilidade de ofensas que esgotam o perdão.

 

O ideal de perfeição fez de nós intolerantes à fragilidade.

Podemos cometer todos os erros na vida,

mas não aceitamos que outros os cometam.

Uma palavra fora de tom, um comentário menos afável,

uma infidelidade afetiva, um esquecimento dum compromisso,

um silêncio mal humorado, uma omissão de convite para a festa…

tudo isso é fonte de ressentimento e de corte de relação,

pois os outros não podem falhar em nada!

No entanto, ficamos contentes quando falhamos

e os outros nos compreendem e perdoam!

 

Bom Deus que nos amas incondicionalmente como Pai,

como Irmão, com Alma da nossa vida,

ensina-nos a arte da compaixão e do perdão sem limites,

que é a base da nossa esperança e salvação.

Espírito Santo, alarga a compaixão do nosso coração,

para que não perdoemos com medida e ressentimento,

mas aprendamos a perdoar como Deus nos perdoa.



quarta-feira, agosto 12, 2026

 

4ª feira da 19ª semana do Tempo Comum (12 agosto)

 



Se te escutar, terás ganho o teu irmão. (cf. Mt 18, 15-20)

 

A Palavra de Deus fez-se homem

e veio para nos falar ao coração.

Se O escutarmos, Ele ganhou um irmão.

Quando não O escutamos, Jesus não desiste,

e vem acompanhado com outros irmãos

e fala-nos por meio da Igreja e oferece-nos a sua graça,

para que nos deixemos salvar pelo Reconciliador.

 

Cada vez temos mais dificuldade

em ir ter com o irmão que nos ofendeu.

Umas vezes a raiva impede-nos de falar,

de olhar o outro sem faiscar,

e ficamos possuídos por um demónio surdo e mudo.

Outras vezes a raiva transforma-se em palavra-bala,

que procura ferir e humilhar, vingar a dor.

Outras ainda, temos medo que o que nos feriu,

nos magoe ainda mais, tocando na ferida a sangrar.

 

Bendito sejas, ó Cristo nosso Irmão,

que nunca desistes de nós, mesmo que sejamos traidores,

porque o Enviado do Pai, não quer que ninguém se perca.

Espirito Santo, dá-nos o dom da misericórdia,

que sabe o caminho do reencontro e do perdão,

e a única coisa que procura é ganhar irmãos.

Ensina-nos o caminho da reconciliação que eleva o irmão

e saber resistir ao ressentimento e à vingança que destrói.

 



terça-feira, agosto 11, 2026

 

3ª feira da 19ª semana do Tempo Comum, S. Clara (11 agosto)

 



Não desprezeis um só destes pequeninos. (cf. Mt 18, 1-5.10-12-14)

 

O Reino de Deus compadece-se pelos mais fracos.

O seu poder é amor por todos, busca dos perdidos.

A nossa história é feita de compaixão e misericórdia,

porque Ele não quer perder nenhum dos seus filhos.

Entrar neste reino de Deus é aprender

a ser humilde como as crianças

e a cuidar dos mais frágeis com a ternura de quem ama.

 

Aproveitar-se da situação de fragilidade para mostrar violência,

abusar da pessoa (criança, adolescente, deficiente, mulher, idoso),

explorar os indefesos (pobre, refugiado e migrante),

usar pessoas como escudos humanos na guerra…

O cristão deve aproveitar estas ocasiões para mostrar o seu amor,

o seu cuidado, a sua proteção da fragilidade, o seu perdão.

Só assim poderemos entrar no Reino de Deus

e converter-nos em outro Cristo nos dias de hoje.

 

Bom Jesus, Rei e Pastor, que não queres perder ninguém

ensina-nos a cuidar da vida com humildade e amor,

fazendo aos outros o que gostaríamos que nos fizessem a nós.

Liberta-nos da tentação de aproveitar a fragilidade do outro

para mostrar a nossa agressividade e arrogância,

ou para a explorar e dela abusar sem clemência.

S. Clara de Assis, dama que se fez pobre por Cristo,

adorando-o na Eucaristia e consagrando-se aos mais pobres,

intercede por cada um de nós, para que sejamos dignos

de deixar que Cristo reine na nossa vida e nos ensine a amar.



segunda-feira, agosto 10, 2026

 

2ª feira, S. Lourenço, diácono e mártir (10 agosto)

 



Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica só; (cf. Jo 12, 24-26)

 

Jesus é o grão de trigo que desce do Céu,

nasce bebé em Belém, cresce Nazareno carpinteiro

e morre entre malfeitores, ardendo de amor.

Foi sepultado e ao terceiro dia ressuscitou dos mortos

para dar vida aos vivos que andam mortos no pecado.

O martírio é o seguimento de Jesus, mesmo na morte,

que dá glória a Deus e anuncia a vida em Jesus Cristo.

S. Lourenço é um destes modelos de fé e fidelidade,

na vida e na morte ao serviço da partilha pelos mais pobres.

 

Querer subir na vida sem esforço e trabalho

é querer ser trigo sem morrer e acabar por ficar só.

Querer tirar o curso universitário sem estudar,

recorrendo ao copianço e à inteligência artificial,

é querer ser trigo esperto sem sabedoria nem inovação.

Querer ser cristão limitando-se ao menor esforço

e a gestos de descargo de consciência,

é querer ser santo na solidão cómoda do seu egoísmo.

Ser cristão é morrer para si e comprometer-se com a missão,

servindo a paz, a justiça e a fraternidade sem cansaços.

 

Filho de Deus, que te fizeste trigo do Céu,

semeado na terra de Maria e fecundado pelo Espírito Santo,

deixando-te morrer na cruz e sepultar na rocha da esperança,

ensina-nos a subir para Deus e para o amor aos irmãos,

descendo pelo humilde louvor

e morrendo para o acumular para mim.

S. Lourenço, gestor da caridade pelos “tesouros da Igreja”,

ensina-me a ser livre da idolatria do dinheiro

e a ser fiel e honesto na partilha com os mais necessitados.



This page is powered by Blogger. Isn't yours?