terça-feira, março 24, 2026
3ª feira da 5ª semana da Quaresma, Dia dos Missionários Mártires (24 março)
Quando levantardes o Filho do homem, então sabereis que ‘Eu sou’. (cf. Jo 8, 21-30)
Jesus não é uma serpente de bronze: espelho de idolatria,
mas o Filho de Deus a renovar a aliança no seu sangue.
Ele é elevado na cruz, não para humilhar e envergonhar o pecador,
mas como sinal da misericórdia divina, que morre em missão,
o amor divino incondicional, que jorra do peito a nascente de vida.
O centurião romano que O viu morrer, professa:
“Este é verdadeiramente o Filho de Deus”!
Hoje os meios de comunicação social expõem a desgraça,
como o calvário e a cruz elevaram o Bem crucificado.
Em Cristo morto e torturado inocentemente,
vemos até onde pode ir a maldade humana
e até onde pode ir a misericórdia e fidelidade divina.
É nesta prova superada de um atentado contra o Filho de Deus
que vemos e podemos professar que Jesus é o Filho de Deus!
Seu coração não se deixou contaminar pela raiva da injustiça
e do vinagre recebido oferece-nos o dom da graça do seu sangue e água.
Senhor Jesus, diante de Ti me prostro e Te contemplo,
Homem de dores com amor entregando
tua vida como remédio dos nossos pecados repetidos.
Espírito Santo, dá-nos o dom de ver essa paz que perdoa,
apesar das injúrias e desprezos fanfarronando ,
numa brincadeira de mau gosto magoando,
Aquele que passou a vida fazendo o bem
e sustenta a nossa vida, como bom Pastor revestido de cordeiro.
Ajuda-nos a contemplar-Te na cruz,
quando Te magoamos no irmão frágil e desprotegido.
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