terça-feira, junho 23, 2026

 

3ª feira da 12ª semana do Tempo Comum (23 junho)




Tudo quanto quiserdes que os homens vos façam fazei-o também a eles. (cf. Mt 7, 6.12-14)

 

O amor é colocar-se na situação do outro

e fazer-lhe o que gostaríamos que nos fizessem.

Deus, porque é Amor, colocou-se no nosso lugar,

descendo à nossa condição e fazendo uma aliança connosco.

Na plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho,

tomando a nossa carne, fazendo-nos como Deus,

o que gostaria que lhe fizessem a Ele como homem.

 

O individualismo gera egoísmo e indiferença,

o que dificulta imaginar-se na pele do outro.

Isto gera cidades populosas e solitárias,

frias de compaixão e febris de consumismo.

Os populismos e fundamentalismos agressivos

alimentam-se deste posicionar-se na vida

e avançam, em tempo de crise, pelo ataque ao diferente

e pela exclusão do pobre e do estrangeiro.

 

Deus omnipotente e bom, que por amor

nos tratas como gostaríeis ser tratados,

ajuda-nos a aprender esse caminho estreito

de fazer ao outro o que gostaríamos que nos fizessem.

Bendito sejas, Filho de Deus, Irmão grande que te fizeste menor,

ajuda-nos a seguir-Te como caminho do amor,

tratando os outros como gostaríamos de ser tratados.

Espírito Santo, dá-nos a graça de amar os pobres, os estrangeiros,

os que são portadores de deficiência, os doentes,

os idosos, os pecadores… como eles gostariam de ser amados.



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