sexta-feira, agosto 14, 2026
6ª feira da 19ª semana do tempo Comum, S. Maximiliano Maria Kolbe (14 agosto)
Nem todos compreendem esta linguagem, senão aquele a quem é concedido. (cf. Mt 19, 3-12)
A linguagem da fidelidade incondicional nem todos a entendem.
Só aqueles que compreendem o que era no princípio,
o Coração que tudo criou, a fonte que gerou a comunhão.
A dureza do coração eclipsa o ideal dos inícios
e degenera em permissões que separam o que Deus uniu.
Tanto o matrimónio, como a consagração religiosa,
fundamentam-se no amor fiel e para sempre
que nasce de Deus e se reflete na humanidade.
Hoje é difícil entender a linguagem do “nós”,
do “para sempre na alegria e na tristeza”.
Entende-se melhor a linguagem do “conviver até ver”,
do “vamos experimentar para ver se dá”,
do “casar-nos ou consagrar-nos até que aguente”,
da violência doméstica e do divórcio ou desistência.
É que o “por causa do Reino de Deus”,
foi substituído pela “realização individual”!
Bendito sejas, bom Deus, amor que une o Criador às criaturas,
ensina-nos a amar com a tua fidelidade e incondicionalidade,
numa aliança em permanente refundação e reativação.
Bendito sejas, Palavra encarnada, que no sangue renova a aliança,
curando a infidelidade com graça e misericórdia.
Espírito Santo, dá-nos o dom da sabedoria da comunhão,
para que entendamos a vocação ao matrimónio
e o chamamento a consagrar a vida pela castidade.
S. Maximiliano Maria Kolbe,
intercedei para que saibamos amar até morrer.
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