sábado, agosto 15, 2026
Sábado, Assunção da Virgem Santa Maria (15 agosto)
Exaltou os humildes.
(cf. Lc 1, 39-56)
Deus, sendo eterno e omnipotente,
encarnou simples e humilde na longínqua periferia.
Jesus fez-se servo, despojado de poder,
morrendo na cruz, fiel à aliança e ao amor.
Por isso, Deus exaltou-O acima de todo o nome,
e fê-Lo caminho de salvação para toda a criação.
Maria, sendo humana e mulher,
Deus olhou para a sua humildade e, pelo seu sim,
exaltou-a Mãe do seu Filho e discípula redimida,
participante da ressurreição dos filhos de Deus.
É Deus quem conhece a verdade do nosso coração
e nos pode julgar, exaltar ou rejeitar.
Muitos andam em bicos de pé, para parecerem grandes,
e conquistarem o Céu, à custa de méritos e deveres.
Outros quase se escondem, envergonhados das suas fragilidades,
pois sabem que não passam de simples mortais
e se alguma coisa de bom fazem,
consideram que fazem apenas o que deviam fazer.
Senhor, que tão pequeno Te fazes na tua omnipotência,
para que a tua grandeza não nos humilhe
e a humildade divina nos surpreenda na nossa pequenez.
Bendito sejas Jesus, por Maria tua Mãe e discípula,
mulher grande na fé e humilde no serviço,
que exaltaste como Mãe de Deus e Rainha do Céu.
Maria do Céu, intercessora humilde e perseverante,
reza para que descubramos a humildade para a qual Deus olha
e por meio da qual o Omnipotente faz maravilhas.
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