sábado, setembro 12, 2026

 

Sábado da 23ª semana do Tempo Comum (12 setembro)

 



Porque Me chamais ‘Senhor! Senhor!’, mas não fazeis o que vos digo? (cf. Lc 6, 43-49)

 

Jesus chama a Deus seu Pai, porque é e vive como Filho:

sente-se amado, enviado e mandatado a ser a sua Palavra.

Quem O vê, vê e conhece o Pai, na fidelidade à sua missão.

A sua aliança com a criação é a mesma aliança de Deus,

que fez com Noé e Moisés e Jesus renova na cruz.

Os cristãos dizem-se discípulos de Cristo

e, por isso, devem viver como Jesus nas opções de cada dia.

Devem dar os mesmos frutos que Jesus deu.

Devem ter um coração bom donde retiram as palavras

que anunciam e rezam, e as obras que praticam.

 

Rezamos o Pai nosso como papagaios,

sem prensarmos se tratamos os outros como irmãos

e se procuramos viver como Deus Pai, revelado por Jesus.

Até sabemos de cor frases do Evangelho

e as pregamos aos outros,

mas as palavras, às vezes, não acompanham a vida.

Contabilizamos as rezas e rituais religiosos,

mas nem sempre as unimos à coerência do seguimento de Jesus.

 

Querido Pai de Jesus, atrevo-me a chamar-Te Pai,

embora ainda não viva como teu Filho,

à imagem e semelhante do Verbo Divino encarnado.

Bom Jesus, que nos adotastes como teus irmãos,

dá-nos a força do teu Espírito para amar como Tu amas,

perdoar como Tu perdoas, ajudar como Tu ajudas.

Dá-nos, Senhor, um coração bom que se revela

nos bons frutos da justiça e da paz que louvam o Pai,

como discípulos do teu Filho e missionários da mesma missão.



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