domingo, setembro 20, 2026
25º Domingo do Tempo Comum (20 setembro)
Amigo, em nada te prejudico. Eu quero dar a este último tanto como a ti. (cf. Mt 20, 1-16a)
O olhar bom de Jesus é justo e bom.
Ele sempre olha para o “hoje” da nossa resposta.
Ele atende ao pedido do seu companheiro da cruz
e acolhe-o no paraíso, onde Ele é o caminho e a porta.
Cada pecador perdoado é um trabalhador da última hora,
a quem o Senhor salva e dá a mesma paga dum justo de longa data.
É a revelação da festa que é feita no Céu,
quando um pecador se arrepende e acolhe a misericórdia divina.
O pecador atrai para si olhares maus e acusadores,
que rotulam, marginalizam, estigmatizam.
O ciumento tem olhar mau para todos os que são amigos
do cônjuge com quem vive e tem medo de perder.
O racista tem olhar mau para os estrangeiros que são pobres,
mas ao turista estrangeiro olha-o com olhar bom.
Os pais, pelo contrário, tem olhares bons para com os filhos,
e compreendem-lhes as fraquezas, acreditam nas suas capacidades,
são pacientes com eles, estão sempre disponíveis para os defender.
Bom Jesus, obrigado porque nos olhas com olhar bom,
que sabe perdoar e animar a levantar-nos,
para que o hoje da nossa salvação seja presente
e o passado do nosso rumo incerto seja curado.
Espírito Santo, ensina-nos a ter um olhar de amor
para com todos, de modo especial para com os últimos,
os marginalizados, os diferentes, os pecadores.
Ensina-nos a justiça que cura, salva e liberta.
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